segunda-feira, 4 de janeiro de 2010
Nada se cria, tudo se copia!
E também nem dá mesmo pra condenar a tal da 'copiação geral'.
Já dizia o comandante Rolim, fundador da TAM: "quem não tem a capacidade de criar, deve ter a coragem de copiar"
Mas às vezes é preciso ter coragem demais pra cometer as barbáries que algumas agências e/ou seus "criativos" cometem ou já cometeram.
Muitos colegas já me relataram casos em que campanhas inteiras (que supostamente não foram aprovadas) lhes foram surrupiadas, ideias que lhes foram roubadas na maior cara de óleo de peroba.
O único trabalho do "pirateiro" foi mudar uma vírgula e duas palavrinhas pra não dizer que a obra era alheia. Ora, isso, no mínimo, é plágio.
Quando se toma uma ideia bacana como referência é uma coisa. Copiar ideias boas utilizadas em outras praças ou em outras épocas também. Mas aqui a coisa é na cara dura.
Por último, também fui vitimado por essa prática. Certa agência encomendou-nos algumas opções de jingles no famoso "risco" para ser apresentado ao cliente. Ao que topamos, afinal trata-se de uma prática entre parceiros.
Acontece que uma ideia/conceito nossa na criação da letra de um dos jingles simplesmente virou a ideia/conceito de uma outra campanha de um outro cliente dessa agência.
Aquela história: mudou uma vírgula aqui, uma palavrinha alí...
Mas a ideia que tá lá...
...é minha.
.
.
.
.
.
.
Ps.: Não tentem tirar do próprio texto o nome do Santo. O fato de ter usado muito a palavra ideia não foi pra sugerir o nome da Agência Ideia Propaganda dos meus amigos Marcos e Miguel, pessoas pelas quais tenho muita estima e respeito. Creio ser recíproco.
terça-feira, 22 de dezembro de 2009
Todo fã é um idiota
By Régis Tadeu, Colunista Yahoo Brasil
Sim, é isso mesmo o que você acabou de ler aí no título deste artigo. Antes de tudo, é preciso deixar claro: fã é todo aquele ser que chora por seu ídolo, que coleciona pastas e pastas com fotos de seu objeto de desejo, que tem seu quarto forrado de pôsteres do alvo de seu fanatismo (palavra que, não à toa, originou o termo "fan" ou "fã", dando uma 'abrasileirada'), que chora na porta de camarim, que passa dias e dias na fila, esperando o momento de entrar no local onde acontecerá o show de seu "amor não correspondido". Ou seja, é o retrato nu e cru, despido de qualquer racionalidade, de um idiota.
Se você é daquelas pessoas que adora o seu ídolo de uma maneira equilibrada, que aprecia o seu trabalho quando o cara manda bem, mas reconhece as pisadas na bola e os vacilos, então você não é um fã, mas sim um admirador. Você simplesmente gosta da banda ou de quem quer que seja. Você não o ama, não chora por ele, não grita, não se desespera quando um pedido de autógrafo é recusado, não pensa em cortar os pulsos quando recebe a notícia que seu "amor" vai se casar com uma outra pessoa que não é você. Você não é um fã. Você não é um imbecil.
E a verdade precisa ser dita, mesmo que ela seja muito dolorida para quem está lendo este artigo neste exato momento: o artista também acha que o seu fã é um idiota.
Ele sabe que esse amor desmedido é uma bobagem, um transtorno hormonal muito comum em adolescentes - embora sejam frequentes os casos de pessoas mais velhas se portando como bobalhões (em caso de dúvida, vá até a porta de um hotel de luxo que esteja hospedando um artista internacional e veja com seus próprios olhos).
O artista quer que você compre o disco dele e vá aos shows, que demonstre explicitamente a sua devoção comprando a camiseta da turnê, a edição especial do CD que está sendo "trabalhado" na turnê, o chaveirinho, o imã de geladeira. Todo artista no fundo, pensa "me ame, me idolatre, compre todas as bugigangas que eu soltar no mercado, mas fique longe de mim". Lamento, mas esta é a pura verdade.
sexta-feira, 11 de dezembro de 2009
Mc Donalds - Uma porcaria
.jpg)

Seria bom que a Vigilância Sanitária desse uma voltinha por lá.
quinta-feira, 3 de dezembro de 2009
terça-feira, 17 de novembro de 2009
"Lula é Analfabeto, Grosseiro e Cafona"
Viver em um país politicamente correto é dose. Você não pode mais chamar gays de veados, não pode mais chamar um amigo negro de “negão” em público, não pode mais chamar mendigo pedinte de vagabundo, não pode chamar de canalha que faz canalhices e um tanto de outras coisas.
Quando Lula enaltece a si mesmo falando que é analfabeto, todo mundo aplaude. Se Caetano Veloso diz a mesma coisa, é censurado. Quando Lula dá entrevistas com sinais de embriaguez (como no caso do mensalão), a imprensa acobertou. Caetano o chamou de grosseiro e foi censurado. Lula já dormiu em uma assembléia da ONU, algumas pessoas apenas riram. Caetano o chamou de cafona, foi censurado.
Lula não pode mais ser confrontado, não pode mais ser exposto e todos nós agora somos obrigados a elogiá-lo e aplaudi-lo sob a pena de sermos execrados e censurados. Não gosto de Caetano Veloso, acho sua arte de uma chatice só. Contudo, a circunstância me deixou enfurecido. E se Caetano tivesse chamado José Serra de feio, vampiro brasileiro, morto-vivo, arrogante ou outro adjetivo? Será que teríamos a mesma repercussão?
Vivemos em tempos de culto a personalidade de uma personalidade que em países civilizados seria motivo de vergonha.
Não gosto de você e não vou começar a gostar por causa disso, Caetano. Mas, covarde eu sei que você não é. Sinto-me feliz todas as vezes que vejo seu discurso em 1968 “Que juventude é essa? Mas é isso que é a juventude que diz que quer tomar o poder? “Vocês não estão entendendo nada, nada, nada, absolutamente nada!”.
Caetano é um compositor corajoso. Teve coragem de erguer sua voz contra o Apedeuta e isso, meu caro, é motivo de admiração imediata para aqueles que apreciam os bravos."
quarta-feira, 11 de novembro de 2009
Alô-ô! Dá pra acreditar? Celular de grátis!
segunda-feira, 9 de novembro de 2009
Lula Filósofo

Clique na imagem para ampliar
.jpg)
.jpg)